Ana Amélia critica aumento do IPI sobre o vinho

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A senadora Ana Amélia (PP-RS) quer mudanças na MP 690/2015, que aumenta o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) incidente sobre as chamadas bebidas quentes produzidas no Brasil, que incluem vinho, uísque, cachaça e licores, entre outras.

Segundo a parlamentar, o vinho nacional pagava, até a edição da medida provisória, taxa de IPI de R$ 0,73 por garrafa. Com a MP, será cobrado 10{7a3a68e1616b7aaba0d480ce0a8cac54774e7fddc429e25618f6fd9a5a093145} sobre o valor do produto na saída da indústria. Assim, uma bebida de R$ 40 deixará de pagar R$ 0,73 de imposto e será taxada em R$ 4.

Ana Amélia ressaltou a importância da produção do vinho para o estado do Rio Grande do Sul. Contou que há dez anos, 90{7a3a68e1616b7aaba0d480ce0a8cac54774e7fddc429e25618f6fd9a5a093145} do espumante consumido no Brasil eram importados. Hoje, 95{7a3a68e1616b7aaba0d480ce0a8cac54774e7fddc429e25618f6fd9a5a093145} têm origem no país. Ela teme pelos prejuízos à vitivinicultura nacional, em consequência do aumento do preço ao consumidor.

— O comprador atravessa a fronteira para o Uruguai, para a Argentina para buscar por contrabando e aí não paga nenhum tipo de imposto. Não podemos sacrificar esse setor, que é extremamente importante. São milhares de famílias — ressaltou.

Agência Senado