BC eleva a Selic e juros recuam.

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Por João José Oliveira, Lucinda Pinto e Angela Bittencourt | De São Paulo

A reação do mercado à suave elevação da taxa Selic para 7,5{7a3a68e1616b7aaba0d480ce0a8cac54774e7fddc429e25618f6fd9a5a093145} foi cristalina – a maior queda nas taxas de contratos de Depósito Interfinanceiro (DI) na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F) desde 1º de setembro de 2011, quando o Banco Central parou de elevar e começou a reduzir os juros. O juro real de curto prazo, calculado pela diferença entre o rendimento dos contratos de swap de 360 dias e a inflação projetada para 12 meses, caiu de 2,77{7a3a68e1616b7aaba0d480ce0a8cac54774e7fddc429e25618f6fd9a5a093145} para 2,41{7a3a68e1616b7aaba0d480ce0a8cac54774e7fddc429e25618f6fd9a5a093145}. O volume de negócios foi quase quatro vezes superior à média diária, em um sinal de que a maioria errou a aposta ao interpretar frases do presidente do BC, Alexandre Tombini, como sinal de um ajuste de 0,5 ponto percentual.