Conselho investe em educação a distância

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Desde 31 de maio, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) promove cursos de formação de tutores e coordenadores de Educação a Distância (EAD). O objetivo é colaborar para a implantação da educação a distância no Poder Judiciário.

Os cursos destinam-se aos servidores de tribunais do país e vão até 5 de julho. Ao todo são cinco turmas, divididas da seguinte forma: Formação de Coordenadores em Educação a Distância; Formação de Tutor para o curso Planejamento Estratégico com o uso do BSC; Formação de Tutor para o curso Gerenciamento de Projetos – Básico; Formação de Tutor para o curso Gestão de Processos e Formação de Tutor para o curso Desenvolvimento de Competências Gerenciais.

Ao final, além do certificado, os alunos aprovados receberão também o conteúdo dos cursos para replicar em seus respectivos tribunais. Segundo o coordenador dos cursos, o servidor do CNJ Diogo Albuquerque Ferreira, a única exigência para receber o material é ter concluído com sucesso o curso e já possuir ambiente virtual de aprendizagem (preferencialmente o Moodle) instalado na sua instituição. “Os alunos de todas as turmas passarão por um módulo introdutório sobre o Moodle, o software livre que o CNJ usa para criar e gerenciar os cursos a distância. As discussões estão a todo vapor, a maioria dos alunos já trabalha com EAD e tem muito a contribuir, acrescenta Diogo.

Os cursos, de iniciativa da Subsecretaria de Gestão de Pessoas e do Departamento de Gestão Estratégica do CNJ, visam contribuir para o cumprimento da Meta 6 de 2009 e Meta 5 de 2010 e ainda para a ação prioritária de 2010 de criar um centro de capacitação de servidores.

Quem quiser participar do Fórum Virtual de Educação a Distância e ficar por dentro das próximas iniciativas do CNJ pode se cadastrar no ambiente virtual de aprendizagem do CNJ no endereço: www.cnj.jus.br/eadcnj .

Benefícios – Entre as principais vantagens da Educação a Distância estão: diversificação e ampliação da oferta de cursos; permanência do aluno em seu ambiente profissional e familiar; flexibilidade nos requisitos de espaço, tempo e ritmo de aprendizagem; foco multidisciplinar dos cursos dirigidos ao conteudista, ao ilustrador, ao desenhista instrucional, ao programador, ao pedagogo e ao tutor; otimização de recursos orçamentários; criação de redes colaborativas; gestão e valorização do conhecimento de servidores e magistrados.

GB/DA/MM

Agência CNJ de Notícias