Integração policial para a Copa do Mundo de 2014 e Olimpíadas de 2016

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Integração entre as forças de segurança pública. Este é o foco principal do governo para a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016, que acontecerão no Brasil. A forma como se dará esta articulação está sendo discutida desde ontem (23) até amanhã no 2º Encontro Técnico de Segurança Pública para a Copa-14, no Ministério da Justiça, em Brasília.

Presente à abertura do encontro, o ministro da Justiça, Luiz Paulo Barreto, acredita que em quatro anos a segurança pública do país estará em outro patamar. “Estaremos em um nível bastante avançado, com as polícias capacitadas devidamente. As competições (Copa e Olimpíadas) serão em um clima de muita paz e tranqüilidade”, afirmou.

Um dos pilares da segurança pública para a Copa, por exemplo, serão os centros de comando e controle – espaços montados nas 12 cidades-sede onde estarão trabalhando em conjunto polícias civil, militar, rodoviária federal, federal, guardas municipais e ABIN, entre outras forças de segurança.

A articulação destes centros – o do RJ já ficará como legado para 2016 – é um dos assuntos que será debatido durante o evento em Brasília. Temas como gerenciamento de crises, combate ao terrorismo e a distúrbios em estádios também.

Além da experiência já adquirida na realização dos Jogos Pan-Americanos de 2007, o Brasil também tem buscado com outros países o que pode ser implementado na segurança do mundial e dos jogos. Não à toa, norte-americanos, de corporações como o FBI, participam do evento em Brasília para repassar sua expertise na realização de grandes eventos (os EUA foram sede da Copa do Mundo de 1994 e das Olimpíadas de 1996).

“Tenho certeza de que o Brasil conseguirá promover uma Copa e uma Olimpíada seguras. Já existe uma cooperação entre os dois países na área de segurança que só tende a aumentar”, declarou o embaixador dos EUA no Brasil, Thomas Shannon.

A cooperação, de fato, tem sido proveitosa. Nos últimos meses, a Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) e os Estados Unidos participaram de seis cursos para troca de experiências com vistas às duas competições que serão sediadas pelo Brasil.

Além do MJ e dos EUA, policiais e representantes das forças de segurança das 12 cidades-sede da Copa participam do curso no Ministério da Justiça.

Fonte: Ministério da Justiça