Oposição critica estratégia do governo de usar governadores e prefeitos para pressionar por volta da CPMF

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Anunciada como uma das soluções para o fim da crise econômica, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC 140/2015), que recria a CPMF, está há um mês parada na Câmara dos Deputados.

A PEC, que destina a cobrança de 0,20{7a3a68e1616b7aaba0d480ce0a8cac54774e7fddc429e25618f6fd9a5a093145} sobre as movimentações financeiras para a Previdência Social, aguarda ainda a designação de um relator na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados. Na tentativa de mobilizar os deputados, a presidente Dilma Rousseff pediu a governadores e prefeitos que defendam uma alíquota de 0,38{7a3a68e1616b7aaba0d480ce0a8cac54774e7fddc429e25618f6fd9a5a093145} com a promessa de estados e municípios receberem 0,18{7a3a68e1616b7aaba0d480ce0a8cac54774e7fddc429e25618f6fd9a5a093145} da arrecadação.

Mas, ao mencionar que os deputados sequer começaram a debater a proposta, o líder da oposição, senador Alvaro Dias (PSDB-PR), descartou a aprovação da CPMF, seja qual for a alíquota. Acompanhe a reportagem de Hérica Christian, da Rádio Senado, sobre o assunto.

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