São Paulo homologa licitação para presos usarem tornozeleira

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O governo de SP deverá começar a monitorar, até o fim do ano, 4.800 presos do regime semiaberto via tornozeleiras eletrônicas.

Com mais de um ano de atraso, a Secretaria da Administração Penitenciária aprovou ontem o resultado da licitação que prevê um contrato de R$ 50,14 milhões até 2013.

O custo mensal do monitoramento eletrônico será de R$ 348 por preso, 44{7a3a68e1616b7aaba0d480ce0a8cac54774e7fddc429e25618f6fd9a5a093145} superior ao destinado à alimentação diária de um detento.

No âmbito administrativo, não cabem mais recursos para o resultado da licitação.

COMO FUNCIONA A TORNOZELEIRA

Fora da prisão
O detento, ao deixar a prisão ou ser colocado em regime domiciliar, recebe uma tornozeleira.

Sinais
A tornozeleira emite sinais, que podem ser localizados via GPS ou ondas de rádio. Também há travas que indicam se ela foi retirada ou sofreu algum tipo de dano.

Fronteira
Quando o aparelho deixa de emitir sinal ou indica que a pessoa saiu da “fronteira” permitida, uma central de monitoramento é avisada.

Busca
Equipes são deslocadas para encontrar o preso. O sistema é semelhante ao usado para localizar veículos roubados.