Trabalho em laboratório da USP é reconhecido como atividade especial

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Atividade foi considerada especial pela exposição a substâncias químicas, fungos, bactérias e vírus

 

O desembargador federal Gilberto Jordan, da Nona Turma do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3), reconheceu como atividade especial o trabalho de uma técnica de laboratório da Universidade de São Paulo (USP).

 

O magistrado explica que a autora comprovou que, no exercício de suas atividades no laboratório da universidade, estava exposta a agentes agressivos como permanganato de potássio, éter, clorofórmio, metanol, ácido isoamílico/isopropílico/clorídrico e organofosforados, fósforo-32. Além disso, de modo habitual e permanente, trabalhava sujeita a agentes biológicos como fungos, bactérias, vírus.

 

Com os períodos reconhecidos, a autora conseguiu aumentar o coeficiente de sua aposentadoria, que já recebia.

 

No TRF3, a ação recebeu o nº 0013398-07.2009.4.03.6102/SP.

 

Assessoria de Comunicação do TRF3